Segunda fase do parto

Segunda fase do parto - período expulsivo

A segunda fase do parto inicia com a cervix completamente dilatada (10 cm) e termina com a expulsão fetal. Uma nova força começa a atuar, a contração da musculatura do diafragma e da parede abdominal que associados as contrações comprimem o útero de cima para baixo e da frente para trás e assim o bebê é expelido.
O bebé usualmente nasce de cabeça, a chamada apresentação cefálica. Em alguns casos ocorre a apresentação dos pés ou nádegas primeiro (apresentação pélvica). Com pessoal devidamente treinado, mesmo bebés nessa apresentação ("breech") podem nascer através da vagina.
  • 95% nascem com apresentação cefálica
  • 4% nascem com apresentação pélvica
  • 1% nascem com apresentação transversa
Existem vários tipos de posições invertidas de nascimento, sendo a mais comum aquela em que as nádegas do bebê saem primeiro, e as pernas estão dobradas sobre o corpo do bebê com os joelhos curvados e pés perto das nádegas. Outras disposição consistem quando o bebê tem suas pernas estendidas e direção das orelhas, ou mais incomum quando uma ou as duas pernas estão estendidas, sendo o pé(s) primeiro apresentados ao nascer. Uma outra disposição, rara, é quando o bebê encontra-se numa posição transversal, isto é, disposto de lado no útero, e sendo a mão ou o cotovelo o primeiro a entrar no canal de parto. Neste caso, o nascimento "natural" (vaginal) não deve ser empreendido, a menos em raríssimos casos em que se pode empurrar o braço do bebê de volta, e fazê-lo voltar à posição apropriada.
Imediatamente após o parto a criança passa por extensas modificações fisiológicas à medida que se habitua à sua respiração independente. Várias estruturas cardíacas começam a regredir imediatamente após o parto, como o ductus arteriosus e o foramen ovale.
O estado médico da criança é avaliado através da escala de Apgar, baseada em cinco parâmetros. Quanto maior o valor melhor está a criança.

Dieta para lactante


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Um cardápio completo, de uma semana, para as mulheres que engordaram muito na gravidez e agora precisam recuperar o peso e se manter saudáveis na amamentação
Se você acumulou mais quilos do que deveria, não há motivo para desespero. Logo após o parto, são eliminados entre 6 e 8 kg apenas com a retirada do bebê, da placenta e com a expulsão de líquidos. Uma semana depois, boa parte do inchaço vai embora e, com ele, mais uns 8 kg. Outro número que vale a pena ter na cabeça: para produzir leite e amamentar, o organismo consome cerca de 500 calorias por dia, o que equivale a um almoço bem servido, com direito a sobremesa! "Se a mãe fizer uma dieta balanceada, entre 1.800 e 2.000 calorias por dia e se exercitar de acordo com a recomendação do obstetra, facilmente ela vai enxugar de 500 g a 1 kg por semana. O melhor de tudo: sem prejudicar a disposição e a imunidade", afirma a nutricionista Flávia Ramos, do Rio de Janeiro.

Para chegar lá, a especialista sugere fazer de seis a oito pequenas refeições ao longo do dia, consumir alimentos ricos em fibras e água e pobres em gordura e dar preferência às frutas e aos cereais nos intervalos. "Assim, você evita os picos de insulina, que aumentam a vontade de comer doce", completa ela, que assina o cardápio abaixo. Invista na recomendação, conquiste um peso saudável e fique bem nutrida para amamentar seu bebê.

Pré-trabalho de parto

A fase inicial também é chamada de fase latente ou pré-trabalho de parto. O útero começa a se contrair em intervalos regulares. As contrações vão ficando cada vez mais dolorosas, o que não acontecia com as contrações de treinamento (ou de Braxton Hicks), que eram irregulares e não chegavam a doer muito.

Só para dar uma ideia geral, as contrações iniciais acontecem a cada cinco minutos ou mais e são curtas, durando entre 30 e 40 segundos. Você consegue caminhar e seguir com sua rotina normal, se desejar.

Postagem de teste Pré-Natal

O acompanhamento pré-natal é uma das maiores provas de amor que uma mãe pode dar ao filho quando ele ainda está na sua barriga. Afinal, é através desses exames que a mulher pode cuidar de sua saúde e do bem-estar do bebê, evitando diversas doenças e complicações que podem trazer inclusive o parto prematuro e o aborto. "Os cuidados pré-natais têm também um aspecto muito importante, que é o de orientar a futura mãe sobre o que esperar e como agir durante a gestação", complementa o ginecologista e obstetra Fredric D. Frigoletto, do General Hospital de Boston (EUA) e um dos autores do livro Primary Care of Woman (ainda sem tradução para o Brasil).

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